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A Educação Especial apresenta um percurso em constante mudança. Da situação em que a criança com Necessidades Educativas Especiais (NEE) era excluída do contexto sócio-educativo, passámos para uma nova realidade: a inclusão. Nessa realidade tornou-se evidente a preocupação em dar resposta a todas as crianças com NEE.

A adequação da prática educativa e o estabelecimento de relações interpessoais empáticas podem contribuir para a promoção desse envolvimento, de modo a que o atendimento proporcionado às crianças com NEE as encaminhe no sentido do sucesso educativo. Daí que a atitude e a qualidade científico-pedagógica dos docentes se torne relevante. Aos educadores é exigido o desenvolvimento de uma pedagogia – EDUCAR– centrada na criança, a adaptar-se às hipóteses estabelecidas quanto ao ritmo e natureza dos processos de aprendizagem (Declaração de Salamanca, 1994).

Os artigos seguintes pretendem ser uma articulação entre a teoria e a prática das várias tipologias das Necessidades Educativas Especiais, possibilitando assim a transformação das representações sobre a realidade e das acções concretas sobre a realidade, num processo dialéctico.

Nas páginas referentes às tipologias, é possível aceder a uma série de orientações curriculares a serem adoptadas pelas escolas e professores quando se deparam com uma criança com Baixa Visão e Cegueira.

Com a Paralisia Cerebral pretendemos mostrar a realidade do escritor irlandês  Christy Brown, portador de paralisia cerebral, que lhe afectou todos os movimentos do corpo, com a excepção do pé esquerdo. É através desse pé que ele nos transmitiu as suas frustrações, as suas desesperanças, sentimentos de desamparo bem como as suas alegrias, triunfos e descobertas pessoais.

 

 A Língua Gestual é a língua visual da comunidade surda. Saiba mais sobre ela, na nossa página: “Ouvir com os Olhos. Falar com as Mãos! “.

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Tal como temos vindo a explorar neste Portfolio, a Educação Especial tem à sua disposição variados recursos teórico-práticos, embora nem sempre  estejam ao primeiro “click”.

Na página associada a este post, referênciamos alguns títulos de Revistas de Educação Especial que consideramos importantes e que poderá aceder através da internet.

O nome “Produtos de apoio” substitui o termo de “ajudas técnicas” e é definido como um produto (equipamentos, instrumentos, tecnologia e software), produzido para prevenir, compensar, aliviar ou neutralizar as incapacidades, limitações e restrições na participação das actividades (Norma ISO 9999:2007).

Estes podem ser utensílios simples ou complexos e podem envolver tecnologia, como por exemplo, materiais e equipamentos para a comunicação (canetas adaptadas, computadores, tabelas de comunicação, dispositivos para virar folhas, amplificadores de som, telefones, entre outros).

Destinam-se a pessoas com incapacidade, permanente ou temporária, e permitem uma melhor funcionalidade no seu quotidiano de forma adaptada e sem esforço. Estes produtos são indispensáveis para a integração e são adaptados a cada pessoa.

Para desencadear o processo de atribuição e financiamento de Produtos de Apoio é necessário ter uma prescrição médica e apenas os técnicos ou médicos especialistas podem fazer uma avaliação das necessidades da pessoa. Estes produtos são prescritos, atribuídos e financiados pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) ou por outros subsistemas de Saúde, como Centros Distritais do Instituto da Segurança Social, I. P., Hospitais e Centros Especializados.

Para saber mais pormenores sobre este tipo de produtos, como procedimentos para pedir financiamento, as normas que orientam os técnicos ou mesmo consultar a versão inteira da Classificação Internacional de produtos de apoio (Norma ISO 9999:2007) poderão recorrer aos seguintes sites:

  • www.inr.pt/– Instituto Nacional de Reabilitação, com uma extensa biblioteca

O Instituto Nacional para a Reabilitação http://www.inr.pt/content/1/1/bemvindo tem como missão assegurar o planeamento, execução e coordenação das políticas nacionais destinadas a promover os direitos das pessoas com deficiência.

Para além de uma vasta gama de acessibilidades, programas e projectos, e recursos, o Instituto possui uma biblioteca http://www.inr.pt/category/1/12/biblioteca/ especializada na temática da prevenção, habilitação, reabilitação e participação das pessoas com deficiência.

Para além de consultar a biblioteca, poderá também consultar a linha editorial http://www.inr.pt/category/1/14/edicoes, que tem a designação de colecção Informar.

A colecção funciona em três diferentes suportes:

o livro, que abarca trabalhos de carácter científico e técnico http://www.inr.pt/content/1/113/livros-snr;

a brochura, que abarca trabalhos mais genéricos, também técnicos mas com um número de páginas mais reduzido http://www.inr.pt/content/1/111/cadernos-snr;

e o folheto / desdobrável que integra trabalhos de carácter prático, informativo e pontual http://www.inr.pt/content/1/112/folhetos-snr.”

Neste post iremos descrever técnicas/produtos de apoio que permitem a acessibilidade de pessoas com alguma incapacidade, nomeadamente na comunicação. É de referir que algumas notícias são referentes ao ano 2006, pelo que poderá haver alteração em relação à informação aqui colocada.

 

O TMN Talks e Zooms é uma solução para pessoas com deficiência visual, que permite melhorar a sua qualidade de vida. Esta tecnologia converter toda a informação em som e amplia a informação do ecrã, facilitando a leitura.

 

O Laboratório de Acessibilidade do Yahoo! apresentou em Dezembro de 2009 uma versão de um Teclado em Braille para ser utilizado cegos. Esta empresa também está a desenvolver e aperfeiçoar leitores de ecrã, ratos, joysticks e outros dispositivos que facilita a pessoas com deficiência visual usarem a tecnologia.

O Projecto de Acessibilidade Social é uma ferramenta que permite construir páginas na internet acessíveis para cegos. Esta ferramenta recolhe informações de problemas de acessibilidade e modifica externamente as páginas, sem alteração do conteúdo original.

A aplicação Magic Key Eye Control permite controlar o rato do computador apenas com os olhos que o utilizador. Esta aplicação pode ser útil para pessoas com Paralisia Cerebral ou outras patologias que impeçam o uso dos membros superiores.

 

A empresa Level Star lançou em 2006 o Icon, um PDA para pessoas com deficiência visual. Este serve, entre outros, de leitor de audio-books, grava notas vocais e navega na Internet. Também foi lançado uma base de acolhimento, em formato de teclado Braille, de forma a tratar texto, apesar de perder alguma mobilidade.

A Emprint™ é uma tecnologia lançada em 2006, que combina impressão a cores HP com a tecnologia Tiger® – impressão Braille. Esta máquina cria documentos com impressões tácteis, sendo esta uma boa ferramenta para trabalhar com pessoas com dificuldade visuais.

Estas e outras notícias podem ser consultadas na página www.ajudas.com/.

Cada vez mais as crianças e jovens com deficiencia e suas famílias vêm a sentir necessidades especificas de aconselhamento e também de apoio técnico especializado.  

Ter um local que os apoio de forma “especial” é uma mais valia. A existência de técnicos especializados em NEE e as adpatações fisicas dos espaços, são essenciais para um desenvolvimento psicossocial e fisico dos utentes. estas são algumas caracteristicas destas “Casas”.

O Centro de Amizade 2000 em Nordeste, Ilha de S. Miguel é um destes casos onde se podem encontrar jovens felizes por se sentirem amados pela forma como são, independentemente da sua deficiência. Este CAO – Centro de Actividades Ocupacionais, vem assegurar assistencia a jovens e adultos com mais de 16 anos.

Da mesma forma, APPDA (Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo) de São Miguel e Santa Maria, vem ser um auxílio para as famílias e para os jovens que a frequentam. Aqui é possivel a consultadoria a técnicos, doentes e familiares, bem como o desenvolvimento de actividades ludico-pedagógicas para os jovens entre os 6 e os 16 anos. 

Estes são alguns exemplos do que será possivel encontrar-se para solicionar diversos casos de NEE, nomeadamente no âmbito da dificuldade em comunicar, utilizando em cada um destes casos, a Comunicação Aumentativa e Aleternativa para superar as barreiras que a deficiencia coloca a quem quer comunicar.

Em Educação Especial, na prática com crianças com NEE, tem vindo a ser importante  usufruirmos das novas tecnologias. Para tal é, muitas vezes, necessário fazer-se uma adaptação ao que consideramos importante e a melhor estratégia para atingir um objectivo.  

A exploração de vários softwares, disponiveis gratuitamente, é um dos meios que a Internet nos fornece. Assim, pretende-se que estes sejam dados a conhecer para que a sua utilização venha a facilitar o desenvolvimento de mais crianças com necessidades especifícas.   

Um destes meios é Núcleo de Informática de Educação Especial que nos fornece software em várias áreas, como a utilização de PECS ou na área da música ou matemática,  através do Windows.

Por outro lado, em Acessibilidade é possivel encontrar-se variadas temáticas para a reabilitação e utilização de assistencia técnica, nomeadamente softwares educativos e , para portadores de incapacidades e deficiencia.

De uma forma mais especifica, a assistencia técnica e informação abordando a  Comunicação Alternativa e Aumentativa encontra-se bastante simplificada em Tecnologia Assistida.

Sendo o tema desde espaço de partilha a Comunicação Alternativa e Aumentativa, achamos importante divulgar informação sobre os PECS, para vos inteirar de algum trabalho que será desenvolvido neste portfólio digital.

O que é o PECS? Qual a sua importância? Quem pode beneficiar desde sistema? Para compreender melhor esta temática, irá ser feita uma breve abordagem, de forma a responder às perguntas anteriormente feitas.

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